Afrânio Boppré, economista e secretário geral do PSOL
Numa eleição nunca está em jogo ela em si. A primeira vista, se está buscando escolher representantes da sociedade para em nome dela exercer o governo. Mas é muito mais do que isso. Numa eleição se disputa (em condições desiguais é verdade) idéias. E é sobre isso que pretendo conversar aqui: as condições desiguais e as idéias.
Escrito por Aziz Ab’Saber
15-Jul-2010 – Correio da Cidadania
Em face do gigantismo do território e da situação real em que se encontram os seus macrobiomas – Amazônia Brasileira, Brasil Tropical Atlântico, Cerrados do Brasil Central, Planalto das Araucárias e Pradarias Mistas do Brasil Subtropical – e de seus numerosos mini-biomas, faixas de transição e relictos de ecossistemas, qualquer tentativa de mudança no “Código Florestal” tem de ser conduzida por pessoas competentes e bioeticamente sensíveis.
Lembro-me como se fosse hoje! Numa iniciativa típica de coronéis da política, o Presidente Lula – sem considerar a vontade de seu partido e o debate democrático – lançou às vésperas da eleição municipal de 2008 a ministra-candidata Dilma Rousseff à sucessão presidencial dedocraticamente.
Cacique Bet Kamati Kayapó e Cacique Raoni Kayapó Yakareti Juruna*
Nós, indígenas do Xingu, estamos aqui brigando pelo nosso povo, pelas nossas terras, mas lutamos também pelo futuro do mundo. O presidente Lula disse na semana passada que ele se preocupa com os índios e com a Amazônia, e que não quer ONGs internacionais falando contra Belo Monte. Nós não somos ONGs internacionais.
Contribuição do Coletivo Socialismo Militante (CSOL – Revolutas – Independentes) ao debate sobre as eleições 2010
A pré-candidatura do companheiro Plínio de Arruda Sampaio, lançada no II Congresso Nacional do Partido Socialismo e Liberdade pelo deputado Raul Marcelo, representa hoje um marco fundamental da unidade do PSOL. A pré-candidatura avançou desde seu início com apoio do melhor da intelectualidade brasileira, somando também apoio de sindicalistas e personalidades da esquerda brasileira. Foi fator importante também em barrar a política desastrosa de tentativa de coligação com o PV, que se desenhava a partir das conversas com Marina Silva. Hoje a pré-candidatura do companheiro Plínio chega a congregar a maioria das tendências do PSOL.
Carta de Eduardo Galeano aos participantes da Cúpula de Cochabamba. Tradução: Moisés Sbardelotto.
Lamentavelmente, não poderei estar com vocês.
Um pedaço de pau se atravessou na minha roda, o que me impede de viajar.
Mas quero acompanhar de alguma forma essa reunião de vocês, essa reunião dos meus, já que não tenho mais remédio do que fazer o pouquinho que posso e não o muitinho que quero.
O PSOL Santa Catarina vem comunicar que o seu antigo endereço de e-mail (sc@psol.org.br) foi retirado do ar unilateralmente pela presidente do partido, Heloísa Helena Lima de Moraes. Todos os contatos realizados naquele e-mail não estão mais disponíveis para a executiva estadual do PSOL-SC, sejam novos contatos ou contatos antigos.
Plínio de Arruda Sampaio
“Só crescemos na ousadia”
Mario Benedetti
As trabalhadoras e os trabalhadores de todo o mundo vivem um tempo de profundas definições diante da eclosão de uma das piores crises da economia capitalista desde 1929 – crise estrutural, acentuada pelo padrão neoliberal de acumulação capitalista da era das desregulamentações, à qual se soma uma gravíssima crise ambiental cuja dimensão mais urgente é o aquecimento global.
Ivan Valente*
Depois de muita pressão social, a Câmara dos Deputados instalou, em agosto passado, a Comissão Parlamentar de Inquérito, proposta pelo nosso mandato, para investigar a dívida pública da União, estados e municípios, o pagamento de juros e amortizações, os beneficiários destes pagamentos e seu impacto nas políticas sociais do País. A CPI é uma vitória dos movimentos sociais e seus meses iniciais de funcionamento mostram que o Brasil precisa investigar com profundidade este mecanismo, que é o principal gargalo do desenvolvimento do país.
Gert Schinke*
Há muito se fala sobre a forma como as Audiências Públicas em geral são mal conduzidas, não geram ganhos qualitativos e perderam sua importância no debate. Depois da Constituição de 88, dispositivos garantem a livre opinião e a transparência na condução da coisa pública, razões maiores para a existência de todas as Audiências Públicas. Acontece que, jamais houve um dispositivo legal que estabelecesse um roteiro básico obrigatório, que indicasse como deveria acontecer início, meio e fim desse importante momento da nossa vida democrática depois dos anos de ditadura militar, época em que reunião de três pessoas era subversão.





